#QuemVacinaNãoVacila

Iniciada pela SBIm em novembro 2020, a campanha #QuemVacinaNãoVacila foi criada para aumentar a adesão de adolescentes aos calendários vacinais e estimular o compromisso com o autocuidado e a prevenção coletiva.

Também voltada a responsáveis, profissionais da saúde, educadores e difusores de informação, a ação incluiu:

  • Uma landing page e um e-book sobre a importância da vacinação, vacinas indicadas, impacto das doenças imunopreveníveis, entre outras informações.
  • Webmeetings com profissionais da saúde (assista o primeiro e o segundo)
  • Webmeetings com jornalistas, para estimular e enriquecer a cobertura sobre o tema na mídia
  • Postagens impulsionadas nas redes sociais da SBIm
  • Parceria com influenciadores adolescentes e pais
  • Minidocumentário sobre as principais vacinas, mitos, percepções de risco etc.
  • Testes de conhecimento.

A campanha foi apoiada pelo Programa Nacional de Imunizações (PNI), pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) e pelos laboratórios GSK e Sanofi.

Contexto

De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), mais de 30 milhões de brasileiros têm entre 10 e 19 anos de idade - faixa etária contemplada pelo Calendário de Vacinação SBIm Adolescentes. Imunizá-los é essencial, tanto para a saúde dos próprios como para a de indivíduos de outras faixas etárias. Para citar apenas um exemplo, os adolescentes são os principais transmissores — e na maioria das vezes assintomáticos — da bactéria responsável pela doença meningocócica, que mata um a cada cinco infectados.

Infelizmente, a vacinação no grupo está aquém do desejado. No momento do lançamento da campanha, dados do Ministério da Saúde indicavam que o reforço da vacina meningocócica na adolescência, oferecido gratuitamente desde 2017, jamais havia superado os 43% de cobertura — a meta é de 95%.  No que diz respeito à vacina HPV, as coberturas acumuladas de 2014 a 2020 foram aproximadamente de 70% e 45% (primeira e segunda doses, para meninas de 9 a 15 anos) e de 45% e 31% (primeira e segunda doses, para meninos de 11 a 14 anos). A meta na ocasião era de 80%.