Outras entidades

Nesta seção estão reunidos todos os documentos produzidos pelo Programa Nacional de Imunizações (PNI) para orientar sobre a vacinação contra a Covid-19 no país.

Plano Nacional de Operacionalização

Demais informes

Posicionamento sobre a suspensão da vacinação de adolescentes sem comorbidades contra a Covid-19 – Justificativas para recuo do Ministério da Saúde não são claras ou não se sustentam — 16/09/2021

Vacinação contra COVID-19 em gestantes: boletim conjunto SBIm, SBP, AMB e Febrasgo – Documento elenca as principais informações sobre a suspensão temporária da aplicação da vacina AstraZeneca/Fiocruz em gestantes e puérperas — 13/07/2021

Nota Técnica SBIm/SBP: Intervalo entre as doses das vacinas COVID-19 AstraZeneca/Oxford e Pfizer – As sociedades brasileiras de Imunizações (SBIm) e Pediatria (SBP) manifestam posição contrária à redução no intervalo entre as doses das vacinas COVID-19 Oxford/Astrazeneca e Pfizer, anunciada por algumas unidades federativas como forma de minimizar a propagação da variante Delta — 13/07/2021.

Boletim conjunto SBIm, SBP, AMB e Febrasgo – Elenca as principais informações sobre a suspensão temporária da aplicação da vacina AstraZeneca/Fiocruz em gestantes e puérperas, bem como as orientações de uso nesse grupo das vacinas disponíveis no país que não utilizam vetores virais (Coronavac© e Pfizer, neste momento) — 25/05/2021

Nota Técnica SBIm: sorologia para avaliar resposta à vacina COVID-19 não é recomendada – Dosagem de anticorpos neutralizantes não é suficiente para chegar a conclusões sobre a proteção contra o SARS-CoV-2 após a vacinação — 25/03/2021.

SBP: Vacinação contra a COVID-19 em lactantes – Documento elaborado pelos Departamentos Científicos de Imunização, Infectologia e Aleitamento Materno da Sociedade Brasileira de Pediatria – recomenda a vacinação de mulheres amamentando "independentemente da idade de seu filho, sem necessidade de interrupção do aleitamento materno, ressaltando todos os benefícios de ambas as ações (imunização e amamentação) — 03/03/2021.

Vacina estará disponível até novembro de 2021 para pessoas acima de 12 meses com as seguintes condições:

  • Asplenia anatômica ou funcional e doenças relacionadas
    Fístula liquórica e derivação ventrículo-peritoneal (DVP)
  • Implante de cóclea
  • Imunodeficiências congênitas
  • Nefropatias crônicas/hemodiálise/síndrome nefrótica,
  • Pneumopatias crônicas
  • Asma persistente moderada ou grave
  • Fibrose cística
  • Cardiopatias crônicas
  • Hepatopatias crônicas
  • Doenças neurológicas crônicas incapacitantes,
  • Trissomias
  • Diabetes mellitus
  • Doenças de depósito
  • Imunodeficiência devido à imunodepressão terapêutica com a vacina pneumocócica 13- valente.
  • PVHIV
  • Transplantados de órgãos sólidos
  • Transplantados de células-tronco hematopoiéticas (TCTH)
  • Indicações da vacina DTPa, de acordo com as orientações da 5ª edição do Manual dos CRIE (leia), mesmo que já tenha recebido dose da VPC10

Indivíduos que já receberam VPP23 poderão receber a VPC13, desde que seja respeitado o intervalo mínimo de 1 ano entre as vacinas.

Leia.

Além da maior suscetibilidade do grupo à infecção por HPV e complicações, embasam a decisão o aumento do número de pessoas nessas condições no país e o fato de o grupo contemplado anteriormente — 9 a 26 anos — não englobar a faixa de maior ocorrência de HIV/AIDS, transplantes de órgãos sólidos e medula óssea e com neoplasias.

A ampliação não incluirá a população masculina, uma vez que a vacina HPV4 é licenciada para homens somente até os 26 anos.

Leia.

Documento — elaborado pelos Departamentos Científicos de Imunização, Infectologia e Aleitamento Materno da Sociedade Brasileira de Pediatria — recomenda a vacinação de mulheres amamentando "independentemente da idade de seu filho, sem necessidade de interrupção do aleitamento materno, ressaltando todos os benefícios de ambas as ações (imunização e amamentação).

Leia.

Imunizantes passam a ser oferecidos para crianças a partir de dois meses e menos de 7 anos nas seguintes condições:

1) Que tenham apresentado os seguintes eventos adversos após vacinação com a DTP ou penta de células inteiras:

  • Convulsão febril ou afebril nas primeiras 72 horas após a vacinação
  • Síndrome hipotônico-hiporresponsiva nas primeiras 48 horas após a vacinação.

2) Para crianças que tenham condições que aumentem o risco de desenvolvimento de eventos adversos graves após vacinação com DTP ou penta de células inteiras:

  • Doença convulsiva crônica
  • Cardiopatias ou pneumopatias crônicas com risco de descompensação em vigência de febre
  • Doenças neurológicas crônicas incapacitantes
  • Recém-nascido que permaneça internado na unidade neonatal por ocasião da idade de vacinação
  • Recém-nascido prematuro extremo (menor de 1.000 g ou 31 semanas de gestação)

3) Preferencialmente, nas seguintes situações de imunodepressão:

  • Pacientes com neoplasias e/ou que necessitem de quimioterapia, radioterapia ou corticoterapia
  • Pacientes com doenças imunomediadas que necessitem de quimioterapia, corticoterapia ou imunoterapia
  • Transplantados de órgãos sólidos e células-tronco hematopoiéticas (TMO).

Leia.