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A Sociedade Brasileira de Medicina Farmacêutica (SBMF) encaminhou ao Ministério da Saúde, à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e a Comissão Nacional de Ética em Pesquisa (Conep) um documento no qual demonstra preocupação com a postura das autoridades e gestores de saúde que vêm ignorando costumeiramente as evidências científicas sobre a COVID-19.

Livretos apresentam conteúdo das discussões de um dos eventos mais tradicionais da Sociedade. Publicações abrangem período de 2012 a 2019.

Infecção prévia ou antes de o organismo construir a resposta imunológica esperada podem explicar casos. Além disso, nenhuma vacina é 100% eficaz.

A contraindicação, no entanto, pode ser levada em situações emergenciais, como na necessidade de profilaxia pós-exposição ao vírus da raiva.

Estimativa é a de que até o fim da ação, previsto para 09 de julho, aproximadamente 80 milhões de brasileiros sejam vacinados.

Aumento da disponibilidade não incluirá a população masculina, uma vez que a vacina HPV4 é licenciada para homens somente até os 26 anos.

Nova seção do site oferece resposta para mais de 30 dúvidas frequentes sobre as vacinas aprovadas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para uso no Brasil.

Em nota, SBIm e SBP pedem que personagem seja incorporado à campanha de vacinação em sua imagem original: alegre, pacífica e acolhedora.

PNI também ampliou o público-alvo da vacina pneumocócica conjugada 13-valente (VPC13), em caráter excepcional, até julho deste ano.

Documento detalha aspectos técnicos da campanha, incluindo públicos prioritários, farmacovigilância, logística, entre outros.

Médico permanece à frente da Sociedade no biênio 2021/2022. Isabella Ballalai é a vice-presidente. Confira os demais membros da diretoria e da Comissão Fiscal