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Objetivo do Ministério da Saúde é imunizar mais de 11 milhões de crianças na faixa de 1 ano e menos de cinco anos de idade. Ação é fundamental para evitar retorno das doenças ao Brasil.

Em sua segunda obra que une a ficção à pesquisa científica, ex-vice-presidente e diretor da SBIm constrói uma narrativa instigante e curiosa.

Pleito apontou a Dr.ª Sílvia Bardella como presidente da Regional. Dr. Eitan Berezin é o vice.

As sociedades brasileiras de Imunizações (SBIm), Pediatria (SBP) e Infectologia (PNI) — em parceria com Rotary Internacional e com o apoio do Programa Nacional de Imunizações (PNI) — assinaram, no dia 26 de julho, no auditório do Instituto Emílio Ribas, em São Paulo, um manifesto no qual alertam a população, sociedade civil organizada e entes públicos sobre a real possibilidade de retorno da pólio e da reemergência do sarampo em território nacional.

Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e São Paulo também têm casos confirmados. Paraíba e Mato Grosso investigam suspeitas.

Índices satisfatórios abrem a possibilidade para o retorno da doença, eliminada do Brasil desde 1990.

Devido a um erro no processo de impressão, alguns sócios receberam cédulas com informações equivocadas sobre a chapa inscrita.

Poliovírus isolado em menino com paralisia flácida aguda não era vírus selvagem ou derivado da vacina (VPDV), capazes de causar a doença.

Reportagem da Folha de S. Paulo revelou que nenhuma vacina atingiu patamar de 95%.

Até 13 de junho, cinco casos haviam sido confirmados e dois estavam em investigação na capital do Rio Grande do Sul.

A Organização Pan-Americana de Saúde (OPAS) informou, no dia 8 de junho, que a Venezuela detectou poliovírus vacinal tipo 3 em um menino de 2 anos e 10 meses que apresentou paralisia flácida aguda (PFA) em um dos membros inferiores.